Amarga-me a droga, a gorda é magra má" (Rogério Duarte Filho)
"E toma, leva, roda a missa. Reza fará prazer... e lave-me, ótimo é o demo, evite o azar, evite-se esse mês. Acorde pedroca sem esse (e se tive razão, e tive) o medo é o mito e me vale rezar para fazer assim. À Adorável, amo-te." (Rogério Duarte Filho)
"Reverta é verbo, O vivo breve é, Sabe bem ama-lo o Lama, Me beba se é verbo vivo, O breve atrever." (Rogério Duarte Filho)
"Ah, livre era papai noel, leon ia papar é ervilha." (Rogério Duarte Filho)
"Livre do poder vil" (Rogério Duarte Filho)
"A base do teto desaba" (Rômulo Marinho)
Ada bêbada
Ada levada velada
Ada nada
"A cara rajada da jararaca"
"Acata o danado... e o danado ataca!"
"Acuda cadela da Leda caduca" (Rômulo Marinho)
"A dama admirou o rim da amada"
"A Daniela ama a lei? Nada!" (Marcelo Coimbra)
"Adias a data da saída" (Marcelo Coimbra)
"A droga do dote é todo da gorda" (Rômulo Marinho)
"A diva em Argel alegra-me a vida" (Rômulo Marinho)
"A grama é amarga" (Millor Fernandes)
"A mala nada na lama" (Millor Fernandes)
"A man, a plan, a canal: Panama"
"Ame o poema"
"A miss é péssima!"
"Amora me tem aroma"
"Ana, case, esse é sacana"
"Ana lava Lana"
"Ana me rola, calor emana..."
"Ande logo, ela vale o gol, Edna!" (Marcelo Coimbra)
"Anotaram a data da maratona"
"A pateta ama até tapa..."
"A porta rangia à ignara tropa"
"Após a sopa"
"A rara arara"
"A Rita, sobre vovô, verbos atira" (Rômulo Marinho)
"A sacada da casa"
"A semana toda lemos: só melado tá na mesa" (Marcelo Coimbra)
"Assim a aia ia à missa" (Millor Fernandes)
"Assim a aluna anula a missa"
"Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta" (Chico Buarque)
Atino
banana bonita.
"Ato idiota"
"A torre da derrota"
"Ave veloz o leve. Vá!"
"Cigar? Toss it in a can, it is so tragic"
"É a mateira Marieta mãe?"
"E assim a missa é"
"E até o Papa poeta é” (Rômulo Marinho)
"E Leda, sacana, ia na casa dele" (Marcelo Coimbra)
E telas eram usadas à caneta até na casa da Sumaré, Salete!
"Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme” (Rômulo Marinho)
"Ésio, fale!
Ai, Ravel, arados, serrotes e torres, só Dara levaria. Ela foi-se” (Marcelo Coimbra)
"És sapo? Passe"
"Eva, asse essa ave"
"Eva, asse e pape essa ave"
"Ias em missa? Logo o gol assim me sai..."
"Laço bacana para panaca boçal" (Rômulo Marinho)
Lá tem metal.
"Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na “Moda da Romana”: “Anil é cor azul”
"Madam, I’m Adam"
"Marujos só juram"
"Modo: som tiramos, somamos som a ritmos: o dom” (Rômulo Marinho)
"Morram após a sopa marrom"
"O caso da droga da gorda do saco"
"O céu sueco"
"O Cid é médico"
"Ódio do doido!"
"O Gal. Leno Roca, à porta da cidade, a portador relata fatal erro da tropa e dá dica da tropa a Coronel Lago" (Rômulo Marinho)
"O galo ama o lago"
"O galo no lago"
"Oi, rato otário"
Oi! Leva arara? - Ave Lio!
"O lobo ama o bolo"
"O mito é ótimo"
"O pó de cocaína mata maníaco cedo, pô!"
"O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro"
"O teu drama é amar dueto"
"O terrível é ele vir reto" (Rômulo Marinho)
"Oto come doce seco de mocotó" (Rômulo Marinho)
"Oto come mocotó"
"O treco certo"
"O vôo do ovo"
"Rir, o breve verbo rir"
"Roda esse corpo, processe a dor!"
"Roma é amor"
"Roma me tem amor"
"Sá dá tapas e sapatadas"
"Saíram o tio e oito marias"
"Salta o Atlas"
"Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces" (Rômulo Marinho)
"Sem o dote, é todo mês"
Ser belo, lebres!
"Só com o tio somávamos oito moços" (Rômulo Marinho)
Socorram-me em Marrocos!
"Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!"
"Subi no ônibus"
"Tucano na CUT" (Rômulo Marinho)
"Ararás. A cuca roda. Ata é bom semear. Assem-a sem ovo, mês a mês, sara. E mesmo beata, a dor, a cuca sarará." (Almi Cardoso da Silva)
segunda-feira, novembro 13, 2006
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